domingo, 28 de setembro de 2008

Pedagogia da Autonomia. – Paulo Freire

“ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”.

“embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado”.

“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender’.

“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubordinação”.

O educador deve ensinar a pensar certo.

“pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”.

O professor deve levar para sala de aula os acontecimentos do dia-a-dia, a vida cotidiana da sociedade. Estimular o pensar crítico, buscando a inserção do acontecimento presente na vida dos estudantes. “Por que não há lixões no coração dos bairros ricos...?”. a necessidade de discussão com os alunos associando a realidade concreta ao conteúdo da disciplina.

... mas o que é pensar certo? É só não estarmos certos de nossas certezas?

“curiosidade é já conhecimento” ... e a curiosidade, por si só, já é conhecimento?

O ensino mecanicista castra o aluno, o domestica. Qual deve então ser a “aventura” do professor?
Deixar os alunos pensar pode ser uma “roubada” para o professor em sala de aula, pois o professor pode se ver em condições desconfortáveis. Discutir o que já está consagrado em livros às vezes nem sempre suscita discussão e sim aceitação de tudo como uma verdade em si. Então qual o caminho?

O professor como sujeito de direitos. Direito a salário digno, a condições de trabalho etc.... “desrespeitado como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho porque exercê-la mal”. Seria o que minha dizia: é o amor pelo ofício?

Um comentário:

Anônimo disse...

Parabéns Juvenal, gostei muito da forma em que apresentou seu resumo sobre o livro...

abraço,

Glaucie.