| Uma bela apresentação onde foi traçado um perfil de nossa situação educacional. Parabéns ao esforço do grupo pela pesquisa e pela forma didática e detalhada que passou. Muito bom! Falando em números o montante só destinada a educação não é suficiente é importante a qualidade e honestidade de quem lida com os recursos. Parabéns!!! |
domingo, 9 de novembro de 2008
Educação
Claro que nós gostamos!!!!!
| Parabéns ao grupo pela show do cacau! foi uma apresentação muito doce e recheada de curiosidades. Parabéns pela didática, pela grande quantidade de informações apresentadas. Muito bom! |
Terapia Financeira
Pode, como às vezes a gente percebe por aí alguém dizer que dinheiro não é tudo. Sim, pode ser uma verdade, mas ele viabiliza muita coisa e outras nem seriam possíveis sem ele. A apresentação foi muito boa, foi um momento interessante para refletir sobre a "saúde financeira" nossa. Foi muito oportuna pela atual conjuntura econômica em estamos passando. O grupo desenvolveu o raciocínio com bastante propriedade, segurança. Houve algum momento que o grupo sentiu a necessidade de "vender o peixe" a qualquer custo, vamos lembrar que nada é definitivo e sempre há outros caminhos a serem percorridos e nessas horas as opiniões diferentes são sempre bem vindas. Parabéns a todos os professores do grupo.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Tarefa dada pela equipe 1
| Parabéns pelo excelente trabalho pessoal da equipe 1. A cozinha mineira encanta não somente porque é a mais característica do Brasil, mas sobretudo porque é feita de pratos ricos em sabor e cheios de histórias próprias. São histórias bem brasileiras que remontam à época dos escravos, o ciclo do ouro, das pedras preciosas e que nos falam de cidades importantes como Ouro Preto, Diamantina, Sabará e outras, onde se escreveram muitas páginas da história brasileira. A preparação desses pratos em ambientes modestos e com poucos recursos, termina por despertar um espírito criativo, seja nas misturas dos ingredientes, seja nos seus temperos, dando lugar assim a uma cozinha típica, muito rica e bem variada. O prato "feijão tropeiro", por exemplo, era feito pelos homens encarregados do transporte do ouro desde as minas até a capital do país e era justamente nas paradas feitas durante a viagem que eles preparavam este prato duma maneira bem simples. A cozinha mineira é toda baseada nos produtos de fundo de quintal, o porco, a galinha, o quiabo, a couve, o fubá. Por isso mesmo, é simples mas de um sabor inigualável e marcante. Está intimamente ligada à cultura do povo que a iniciou através das cozinheiras das grandes fazendas. A Cozinha Mineira seduz principalmente pelos aromas. E eles nunca saem da memória de quem já sentiu a cálida presença no olfato de um lombinho crepitando no forno, de um feijãozinho imerso em temperos, do torresmo saltando em pururuca numa velha travessa de ferro, da lingüiça que toma forma com seu principal tempero, a paciência , e onde as panelas agüentam horas sobre o calor para que as carnes se impregnem de sabores e liberem os aromas que calam fundo na memória de alguém que, algum dia, caminhou displicentemente pelas ruas de uma cidade do interior mineiro. Hoje, está disseminada em todo o país pela sua alta qualidade e sabor. http://www.deliciasdacozinhamineira.com.br/ |
Qualidade de Vida
Quero agradecer aos colegas do grupo 2 pela excelente contribuição sobre o tema qualidade de vida. Muito bom. Parabéns! Qualidade de Vida é mais do que ter uma boa saúde física ou mental. É estar de bem com você mesmo, com a vida, com as pessoas queridas, enfim, estar em equilíbrio. Isso pressupõe muitas coisas; hábitos saudáveis, cuidados com o corpo, atenção para a qualidade dos seus relacionamentos, balanço entre vida pessoal e profissional, tempo para lazer, saúde espiritual etc. Ser competente na gestão da própria saúde e estilo de vida deveria fazer parte das prioridades de todos. |
domingo, 28 de setembro de 2008
Educação – Participação Nota 10
| Veja, edição 2079, de 24 de setembro de 2008, p. 144 Educação – Novidade no Brasil. O uso de Internet em algumas escolas brasileiras ajuda a melhorar o rendimento escolar dos alunos, ao facilitar o acompanhamento das atividades escolares e o boletim pelos pais. Segundo pesquisa do Ibmec, “com a participação dos pais na vida escolar, a nota dos alunos é cerda de 20% maior”. O que é novidade aqui no Brasil, na Coréia do Sul e no Japão, o uso da Internet já ocorre a pelo menos uma década. Indo ao encontro do que está no livro de Paulo Freire, a reportagem constata: “associar tarefas do dia-a-dia a conhecimentos de matemática e ciências serve de estímulo a que elas (crianças) enxerguem uma aplicação prática para aquilo que aprenderam no colégio”. Em Belo Horizonte, o Colégio Estadual Padre João Botelho, diz a reportagem, cumpriu a meta de desempenho estabelecida pelo Ministério da Educação cinco anos antes do previsto usando medidas de incentivo a participação dos pais na vida escolar dos filhos. A escola permite que os pais assistam determinadas aulas para facilitarem o acompanhamento, orientações a serem dadas a seus filhos. Em Tocantins o governo estadual implantou um sistema em que os pais ocupam cadeiras no conselho responsável pelas decisões financeiras da escola, cita a reportagem. Na prática essas decisões melhoram muito o desempenho escolar dos estudantes. |
Pedagogia da Autonomia. – Paulo Freire
“ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”.
“embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado”.
“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender’.
“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubordinação”.
O educador deve ensinar a pensar certo.
“pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”.
O professor deve levar para sala de aula os acontecimentos do dia-a-dia, a vida cotidiana da sociedade. Estimular o pensar crítico, buscando a inserção do acontecimento presente na vida dos estudantes. “Por que não há lixões no coração dos bairros ricos...?”. a necessidade de discussão com os alunos associando a realidade concreta ao conteúdo da disciplina.
... mas o que é pensar certo? É só não estarmos certos de nossas certezas?
“curiosidade é já conhecimento” ... e a curiosidade, por si só, já é conhecimento?
O ensino mecanicista castra o aluno, o domestica. Qual deve então ser a “aventura” do professor?
Deixar os alunos pensar pode ser uma “roubada” para o professor em sala de aula, pois o professor pode se ver em condições desconfortáveis. Discutir o que já está consagrado em livros às vezes nem sempre suscita discussão e sim aceitação de tudo como uma verdade em si. Então qual o caminho?
O professor como sujeito de direitos. Direito a salário digno, a condições de trabalho etc.... “desrespeitado como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho porque exercê-la mal”. Seria o que minha dizia: é o amor pelo ofício?
“embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado”.
“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender’.
“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubordinação”.
O educador deve ensinar a pensar certo.
“pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”.
O professor deve levar para sala de aula os acontecimentos do dia-a-dia, a vida cotidiana da sociedade. Estimular o pensar crítico, buscando a inserção do acontecimento presente na vida dos estudantes. “Por que não há lixões no coração dos bairros ricos...?”. a necessidade de discussão com os alunos associando a realidade concreta ao conteúdo da disciplina.
... mas o que é pensar certo? É só não estarmos certos de nossas certezas?
“curiosidade é já conhecimento” ... e a curiosidade, por si só, já é conhecimento?
O ensino mecanicista castra o aluno, o domestica. Qual deve então ser a “aventura” do professor?
Deixar os alunos pensar pode ser uma “roubada” para o professor em sala de aula, pois o professor pode se ver em condições desconfortáveis. Discutir o que já está consagrado em livros às vezes nem sempre suscita discussão e sim aceitação de tudo como uma verdade em si. Então qual o caminho?
O professor como sujeito de direitos. Direito a salário digno, a condições de trabalho etc.... “desrespeitado como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho porque exercê-la mal”. Seria o que minha dizia: é o amor pelo ofício?
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